B I B L I O T E C A ± T Z I K I . N E T
T I T U L O :
Futurismo
A U T O R :
Sylvia Martin
E D I T O R A :
Taschen
G É N E R O:
História, Arte
P Á G I N A S :
95
L I N G U A :
História, Arte
E T I Q U E T A S :
Arte, História
S I N Ó P S E :
1909 foi o ano da “revolução” futurista em Itália: Marinetti publicou a 20 de Fevereiro o primeiro Manifesto do Futurismo, uma nova fórmula da arte-acção. Durante as três décadas seguintes, vários artistas de diferentes campos culturais reuniram-se com o objectivo comum de renovar a vida social, tomando como ponto de partida os novos desenvolvimentos técnicos e as últimas descobertas científicas. Assim, o Futurismo não se define como uma tendência vanguardista, mas um movimento vital que glorifica de modo ilimitado a técnica e a velocidade numa sociedade industrializada. Em consequência, o automóvel é, na opinião dos futuristas, mais belo do que uma tradicional obra de arte. Na pintura, os artistas Balla (1871-1958), Boccioni (1882-1916), Carrà (1881-1966), Russolo (1885-1947) e Severini (1883-1966) subscreveram a 11 de Fevereiro de 1910 o Manifesto dos Pintores Futuristas. Entre os oito princípios propostos, apenas se distinguia vagamente um objectivo estético: “Representar e enaltecer a vida actual, incessante e tumultuosamente transformada pela ciência vitoriosa”.