B I B L I O T E C A ± T Z I K I . N E T
T I T U L O :
Minimalismo
A U T O R :
Daniel Marzona
E D I T O R A :
Taschen
G É N E R O:
Arte
P Á G I N A S :
96
L I N G U A :
Arte
E T I Q U E T A S :
Arte, Pintura, Minimalismo
S I N Ó P S E :
No início dos anos 60, vários artistas começaram a expor em Nova Iorque e Los Angeles trabalhos como uma lâmpada fluorescente aparafusada diagonalmente à parede (The Diagonal of May 25, de Dan Flavin) ou placas de metal deitadas no chão (Aluminum-zin Dipole E/W, de Carl Andre). Estes objectos confundiram os críticos, que não sabiam como descrever e definir estas novas obras de arte. Por isso, recorreram a numerosos termos – por exemplo, Arte ABC, Cool Art, Estruturas Primárias. Mas conseguiram chegar a um acordo e a uma definição: a Minimal Art, título do ensaio do filósofo de arte inglês Richard Wolheim publicado em 1965, sinónimo de minimalização do conteúdo artístico. O movimento da Minimal Art transcende a pintura, apesar de diversos pintores trabalharem próximo dela. Num sentido estrito, apenas os objectos, esculturas e instalações de cinco artistas se inscrevem na Minimal Art: Carl Andre (1935), Dan Flavin (1933-1996), Donald Judd (1928-1994), Sol LeWitt (1928) e Robert Morris (1931). Contudo, nenhum concordou com o rótulo minimal artist.