B I B L I O T E C A ± T Z I K I . N E T
T I T U L O :
Mi Buenos Aires querido
A U T O R :
Ernesto Schoo
E D I T O R A :
Tinta da China
G É N E R O:
Viagens
P Á G I N A S :
160
L I N G U A :
Viagens
E T I Q U E T A S :
Viagens, Argentina
S I N Ó P S E :
«Todos nós, os portenhos, temos a nossa Buenos Aires própria […]. Ernesto Schoo tem o certificado indiscutível de qualidade, por ser quem foi e porque nunca deixou de amar Buenos Aires até à sua morte […]. Tal como a minha Buenos Aires, a Buenos Aires querida de Ernesto Schoo, por maiores que sejam as vossas expectativas, não desilude.» — Carlos Quevedo «Frente ao desafio de escrever sobre a complexa cidade de hoje, e a impossibilidade de abarcar Buenos Aires na sua densa malha urbana, vislumbrei uma única escolha possível: referir‑me à “minha” cidade, o espaço delimitado onde decorreu a minha já longa vida. Ao reler‑me, no final desta deambulação totalmente subjectiva pelas ruas, pelos lugares e pelos edifícios que me são familiares, deixo o alerta para os limites, talvez estreitos, das minhas andanças portenhas: o bairro Norte, a Recoleta, Palermo, um pouco do centro, um pouco dos bairros de prestígio, como Belgrano ou Flores. Pouco mais: há zonas inteiras da cidade que me são estranhas, e lamento‑o. Mas quero ser fiel aos cenários que conheço em vez de fingir uma cidadania ecuménica, essa espécie de condição absoluta de portenho a que aspiram imaginariamente alguns vates antiquados.» — Ernesto Schoo